Não é de hoje que a violência contra a mulher é pauta, nós mesmas já falamos aqui. Mas essa semana o assunto foi abordado por milhares de candidatos que prestaram o ENEM.

Ao contrario de temas anteriores, neste ano só há um tipo de posicionamento em relação ao tema: contrário à violência (É claro). Qualquer posição diferente é se colocar contra os direitos humanos.

A tão temida redação do ENEM, exigi dos candidatos domínio da língua escrita, compreensão da proposta da redação e aplicação de conceitos de diversas áreas do conhecimento para desenvolver o tema; capacidade de selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações para defender um ponto de vista; conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação e elaboração de proposta de intervenção ao problema abordado, respeitando os direitos humanos. 

Infelizmente os números – da violência contra a mulher – ainda são altos e precisam ser mais discutidos, esclarecidos…principalmente no meio educacional. Só neste primeiro semestre de 2015, o Ligue 180 registrou 32 mil relatos de violência. Cerca de 60% destes pedidos de ajuda vêm de mulheres. O assunto tem na Lei Maria da Penha seu passo mais representativo na luta contra as agressões às brasileiras, mas, datada de 2006, ainda tem potencial para efeitos mais assertivos.

Lamentavelmente, grande parte das vitimas são mulheres pobres, moradoras de favela e periferias que muitas vezes se submetem a aceitar as torturas por necessidades financeiras.

Enfim, mas um passo a favor da informação. 😉
Aos machistas que prestaram o ENEM, uma lição!

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