Um assunto que bombou nas redes sociais na última semana, foi sobre a pílula rosa. Feministas comemoraram a novidade, Machistas questionaram a eficácia e as Vovós estranharam o assunto.

Para quem não sabe a novidade: a Pílula Addyi foi aprovada pelas autoridades que regulam medicamentos nos EUA e deve começar a ser vendida por lá a partir de outubro.

Como-funciona-a-Pílula-Rosa-o-Viagra-feminino

A dopamina é uma substância que ajuda a transmitir a sensação de prazer. Se a quantidade de dopamina diminui, o interesse sexual também. O pílula rosa ajudará a balancear a quantidade dessa substância. Esse princípio ativo é a flibanserina, que foi desenvolvida também como antidepressivo.

Críticos dizem que o remédio é pouco eficaz, mas a droga é uma conquista feminina, afinal, o bem-estar e a saúde sexual da mulher, ganha um novo aliado. Se os homens têm remédios para quando não conseguem fazer sexo, por que as mulheres não?

Cerca de 27% das mulheres sofrem com a falta de desejo sexual. Muitos fatores podem levar ao problema, como sobrecarga de afazeres no dia a dia, cobranças no trabalho, demanda de atenção dos filhos, crises no relacionamento de longa data, problemas com o próprio corpo, entre outros. 

Um estudo já foi realizado na Itália para comprovar a eficácia do produto. Depois de oito semanas tomando a pílula, dois grupos voluntários, um de mulheres entre 40 e 50 anos e outro de mulheres entre 37 e 45 anos, relataram melhora na vida sexual.

Nem tudo são flores, os efeitos colaterais são pesados: tontura, mal-estar, quedas grandes de pressão e até desmaios – principalmente se a mulher tomar bebida alcoólica.

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