Se você chegou até esse post, é porque é uma pessoa de muita sorte. Ou porque está prestes a ir para Africa do Sul ou porque tem a possibilidade de mudar o destino das férias e embarcar para um destino inesquecível!

É isso mesmo, todas as pessoas que eu conheço que já foram até a Africa do SUl, amaram! Sem exceção. Então, vamos lá!

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Falar sobre a África é relembrar os momentos da minha melhor viagem. Tudo começou com um curso de inglês do meu marido – aliás, para quem busca um bom custo-benefício para estudar inglês, Cape Town é uma excelente opção – foram 50 dias intensos entre aulas e passeios (meu marido) e, 15 dias de férias (nós dois). Nós, brasileiros, temos bastante vantagem no cambio da Africa do Sul, bastante mesmo, tudo é bem barato.

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Eu fui nas férias de verão do Brasil (Dezembro e Janeiro), mas a África do Sul é ótima para se viajar durante o ano inteiro. O importante é determinar exatamente o que você pretende fazer e escolher o período mais conveniente: os melhores meses para safári na África do Sul são março a novembro, para se evitar o calor do verão. Para quem procura praias, atividades outdoors e calor, o raciocínio é inverso: melhor de outubro a abril. Para Garden Route e Cape Town, evite os meses chuvosos e frios de inverno (junho a agosto).

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Nós mesclamos um pouco de tudo. Conhecemos Cape Town e Stellenbosch. Atravessamos de carro por toda a Garden Route até Porto Elizabeth e de lá pegamos o avião para o Krueger Park (safari). E em Johanesburgo foi apenas uma pernoite.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Como chegar: O voo de São Paulo vai até Johanesburgo, onde você pega a escala para Cape Town. O aeroporto é gigantesco, coisa de primeiro mundo. Mas vale ter atenção redobrada. Pequenos furtos são bem comuns.

O que levar na mala: Já em Cape Town, apesar de ser verão, estava friozinho. Cheguei a usar casaco e cachecol. Então minha dica para fazer as malas é variar! Roupas leves e um casaco mais pesado.

Como se locomover: A cidade é super limpa e bem moderna, mas as distancias são grandes. Nós optamos por alugar um carro durante a semana em Cape Town e valeu muito a pena. Ganhamos flexibilidade e tempo. (Importante: Você precisa ter uma carteira internacional de motorista e o volante é do lado direito). Como ficamos apenas de carro, não sei dizer como funciona o transporte público. Taxi não é tão caro.

Onde ficamos hospedados: Meu marido estava hospedado na casa de uma família sul africana durante o período do curso. E foi lá que continuamos por uma semana. A família saiu de férias e nós ficamos lá com o Max (o labrador da família ;-). Pra nós foi ótimo, bem barato!

Passeios: Em Cape Town tudo é lindo, como já falei várias vezes, os passeios são bem variados (tem para todos os gostos), desde praia até museus! O Waterfront à noite é imperdível, para todos os gostos e idades. Durante o dia aproveite para conhecer: Table Mountain, Parque da Boa Esperança, O bairro muçulmano de Bo-Kaap, Castelo da Boa Esperança, Company’s Garden, Victoria & Albert’s Waterfront, e as praias (apesar de não ter entrado no mar – a água é super fria e com vários tubarões brancos…rs).

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Outro passeio imperdível é Stellenbosch, uma cidadezinha bem próxima, produtora de vinhos. São várias vinícolas. A cidade é bem fofa, mas o legal é passear pelas vinícolas. Em geral, as pessoas fazem 3 vinícolas em um dia. Nós optamos pela mais tradicional da cidade e ficamos o dia todo lá, foi uma delicia. A Vergelegen, é a vinícola mais antiga da região. Você chega, pede o menu degustação e experimenta vários vinhos da casa (entre brancos e tintos). Depois pode seguir para o restaurante, que por sinal, foi a melhor comida, da minha vida! Sem exageros.

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Era uma massa caseira com frutos do mar ao vinho branco. Inesquecível. Depois seguimos viagem pela Garden Route. São várias cidadezinhas pitorescas, uma estrada bem bonita, mas na minha opinião, foi um pouco cansativo. Eu teria ficado mais tempo em Cape Town e em Stellenbosch. Mas se você gosta de pegar uma estrada, é uma opção 😉

Quanto gastar:  Tudo é bem barato por lá! Para vocês terem uma ideia, eu e meu marido – durante 15 dias, gastamos R$ 3 mil reais. Outras referencias: Frigideira com 1 kg de camarão, fritas + 2 drinques na Waterfront custou R$ 50, o almoço em Stellenbosch com vinho custou R$ 75, a degustação de 6 taças de vinho custou R$ 12. Hospedagem pagamos R$ 60/casal (casa de família) e R$ 100,00 nas pousadinhas da Garden Route.

O próximo destino, vou falar sobre o Kruger. Não perca.

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