Na semana passada falamos sobre os números da educação no Brasil e o que podemos fazer para melhorar. Para quem não viu, clique aqui.

Você já ouviu sobre a faculdade que pretende revolucionar os estudos?

Ao lado da prefeitura de São Francisco, na Califórnia, três dezenas de jovens de várias partes do mundo fazem parte de um pequeno grupo que está testando uma possível revolução nos estudos.

A Universidade Minerva não tem um campus tradicional, composto de salas de aulas, bibliotecas e laboratórios. A única estrutura física é o prédio onde os estudantes moram. As aulas são feitas por videoconferência onde professores e alunos conectam-se a uma plataforma de vídeo parecida com um bate-papo online em que todos interagem pela internet. E a cada ano, muda de pais.

O fundo Benchmark, que investiu em empresas como eBay, Twitter e Uber quando estavam em estágio inicial, também colocou dinheiro na Minerva. Ao todo, a universidade levantou 95 milhões de dólares em três anos. Seus investidores apostam que a plataforma é replicável e lucrativa.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Para os alunos, um dos principais atrativos da Minerva é o baixo custo. Enquanto um ano acadêmico nas universidades Yale ou de Princeton varia de 63 000 a 68 000 dólares, a anuidade da Minerva é de 28 000 dólares — os gastos com moradia e alimentação estão incluídos nesse valor.

Essa turma passará ainda por Berlim, Buenos Aires, Seul, Bangalore, Londres e Istambul.

Mas nem tudo é vantagem. É bem difícil passar, o índice de aprovação de cerca de 1% torna a instituição uma das mais concorridas — nas universidades americanas Harvard e Stanford são aprovados 6% dos inscritos.

Será que vai dar certo?

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Essa semana tem volta as aulas. Depois de 1 mês de muita bagunça, tá na hora de voltar para a escola e enfrentar o segundo semestre.

Então vamos aproveitar para falar sobre educação.

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Semana passada fofam divulgados os resultados das metas de educação no Brasil. Embora o resultado seja positivo, temos MUITO a fazer ainda. O prazo  de cumprimento dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, firmados em 2008, termina em dezembro de 2015, e o Brasil irá cumprir a meta de número 2 no documento.

O país já cobre cerca de 98,2% da educação fundamental. O acesso as escolas é o ponto positivo, mas segundo coordenadora da Unesco, o grande problema das crianças é não conseguir aprender. A gente chama isso de exclusão infraescolar, ou seja, a criança está na escola, mas ela não aprende o básico. Muitas vezes termina a educação primária sem interpretar um texto ou mesmo fazer conta de matemática.

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EDUCAÇÃO NO MUNDO

Infelizmente ainda tem muito a ser feito pelo mundo inteiro. Muitos países não conseguirão atingir nem a meta número 2 (desde aprendizado primário até superior). Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000, 100 milhões de crianças não frequentavam a escola. Em 2015, o número caiu, mas 57 milhões de crianças ao redor do mundo ainda não vão ao colégio.

Dos 167 países. A Unesco avalia que, desses países, 2% estão muito longe de alcançar essa meta (de universalizar o ensino), 21% estão longe, 5% estão perto e 71% conseguiram alcançar o objetivo.

O QUE PODEMOS FAZER

Para os estudiosos no assunto, precisamos priorizar o ensino gratuito, e considerá-lo realmente como um direito de todos. Em seguida, atenta que os países precisam alocar recursos, como construir novas escolas, formar e empregar professores de qualidade e trabalhar na transferência de renda para que os pais não precisem colocar os filhos para trabalhar.

 

Na próxima semana vou mostrar uma história bem bacana sobre as faculdades startup. Um modelo diferente que promete ganhar espaço em alguns anos.

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Para quem viu o post da semana passada, sobre viajar para Africa do Sul, viu que meu destino depois de Cape Town, Garden Route…foi o Kruger Park.

Os safáris são o carro-chefe do turismo na África do Sul, você pode escolher entre os diversos tipos disponíveis: em reservas privadas ou em parques nacionais com acomodações dentro ou fora do parque.

As reservas privadas, são bem luxuosas e caras. As opções de hospedagem dentro dos parques é bem concorrida (reservas com 1 ano e meio de antecedência) ou você pode optar pela opção mais barata e fácil, hospedar fora do parque e fazer os passeios, que foi a minha opção. Existem muitos pacotes para Africa do Sul, caríssimos!!!Para quem não tem tanta grana, dá para fazer tudo sozinho, bem tranquilo.

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Saímos de Porto Elizabeth (na Garden Route) com destino a Nelspruit. De lá, alugamos um carro e seguimos viagem. Nós ficamos hospedados em um hotel que ficava a 15 km da entrada do Kruger Park, pagamos uma média de 120 dólares/dia.

O Kruger Park é um parque enorme que é do tamanho da Holanda e tem 9 portões de entrada. Dedicamos 5 dias para o parque. Foi muito bacana a viagem, mas é cansativa…Entrávamos as 5h da manhã e ficávamos até as 17h…andando de carro! É lógico, vendo animais por todas as partes. Alem disso, compramos um pacote de Safári noturno no último dia, muito legal. Recomendo! Foi quando vi uma Chita caçando e uma família de leões… =)

A entrada do parque é paga por dia. Clique aqui e Confira tarifa atualizada.

Os Big Five

Prepare-se para encontrar os “Big Five” – elefantes, rinocerontes, búfalos, leões e leopardos. Mas todos os bichos são muito bacanas, confira alguma fotos e prepare-se!

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Gostou? Conte-nos o que você planejou para o Kruger Park!

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Se você chegou até esse post, é porque é uma pessoa de muita sorte. Ou porque está prestes a ir para Africa do Sul ou porque tem a possibilidade de mudar o destino das férias e embarcar para um destino inesquecível!

É isso mesmo, todas as pessoas que eu conheço que já foram até a Africa do SUl, amaram! Sem exceção. Então, vamos lá!

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Falar sobre a África é relembrar os momentos da minha melhor viagem. Tudo começou com um curso de inglês do meu marido – aliás, para quem busca um bom custo-benefício para estudar inglês, Cape Town é uma excelente opção – foram 50 dias intensos entre aulas e passeios (meu marido) e, 15 dias de férias (nós dois). Nós, brasileiros, temos bastante vantagem no cambio da Africa do Sul, bastante mesmo, tudo é bem barato.

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Eu fui nas férias de verão do Brasil (Dezembro e Janeiro), mas a África do Sul é ótima para se viajar durante o ano inteiro. O importante é determinar exatamente o que você pretende fazer e escolher o período mais conveniente: os melhores meses para safári na África do Sul são março a novembro, para se evitar o calor do verão. Para quem procura praias, atividades outdoors e calor, o raciocínio é inverso: melhor de outubro a abril. Para Garden Route e Cape Town, evite os meses chuvosos e frios de inverno (junho a agosto).

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Nós mesclamos um pouco de tudo. Conhecemos Cape Town e Stellenbosch. Atravessamos de carro por toda a Garden Route até Porto Elizabeth e de lá pegamos o avião para o Krueger Park (safari). E em Johanesburgo foi apenas uma pernoite.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Como chegar: O voo de São Paulo vai até Johanesburgo, onde você pega a escala para Cape Town. O aeroporto é gigantesco, coisa de primeiro mundo. Mas vale ter atenção redobrada. Pequenos furtos são bem comuns.

O que levar na mala: Já em Cape Town, apesar de ser verão, estava friozinho. Cheguei a usar casaco e cachecol. Então minha dica para fazer as malas é variar! Roupas leves e um casaco mais pesado.

Como se locomover: A cidade é super limpa e bem moderna, mas as distancias são grandes. Nós optamos por alugar um carro durante a semana em Cape Town e valeu muito a pena. Ganhamos flexibilidade e tempo. (Importante: Você precisa ter uma carteira internacional de motorista e o volante é do lado direito). Como ficamos apenas de carro, não sei dizer como funciona o transporte público. Taxi não é tão caro.

Onde ficamos hospedados: Meu marido estava hospedado na casa de uma família sul africana durante o período do curso. E foi lá que continuamos por uma semana. A família saiu de férias e nós ficamos lá com o Max (o labrador da família ;-). Pra nós foi ótimo, bem barato!

Passeios: Em Cape Town tudo é lindo, como já falei várias vezes, os passeios são bem variados (tem para todos os gostos), desde praia até museus! O Waterfront à noite é imperdível, para todos os gostos e idades. Durante o dia aproveite para conhecer: Table Mountain, Parque da Boa Esperança, O bairro muçulmano de Bo-Kaap, Castelo da Boa Esperança, Company’s Garden, Victoria & Albert’s Waterfront, e as praias (apesar de não ter entrado no mar – a água é super fria e com vários tubarões brancos…rs).

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Outro passeio imperdível é Stellenbosch, uma cidadezinha bem próxima, produtora de vinhos. São várias vinícolas. A cidade é bem fofa, mas o legal é passear pelas vinícolas. Em geral, as pessoas fazem 3 vinícolas em um dia. Nós optamos pela mais tradicional da cidade e ficamos o dia todo lá, foi uma delicia. A Vergelegen, é a vinícola mais antiga da região. Você chega, pede o menu degustação e experimenta vários vinhos da casa (entre brancos e tintos). Depois pode seguir para o restaurante, que por sinal, foi a melhor comida, da minha vida! Sem exageros.

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Era uma massa caseira com frutos do mar ao vinho branco. Inesquecível. Depois seguimos viagem pela Garden Route. São várias cidadezinhas pitorescas, uma estrada bem bonita, mas na minha opinião, foi um pouco cansativo. Eu teria ficado mais tempo em Cape Town e em Stellenbosch. Mas se você gosta de pegar uma estrada, é uma opção 😉

Quanto gastar:  Tudo é bem barato por lá! Para vocês terem uma ideia, eu e meu marido – durante 15 dias, gastamos R$ 3 mil reais. Outras referencias: Frigideira com 1 kg de camarão, fritas + 2 drinques na Waterfront custou R$ 50, o almoço em Stellenbosch com vinho custou R$ 75, a degustação de 6 taças de vinho custou R$ 12. Hospedagem pagamos R$ 60/casal (casa de família) e R$ 100,00 nas pousadinhas da Garden Route.

O próximo destino, vou falar sobre o Kruger. Não perca.

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