O post de hoje é curioso para uns, pesado para outros…

Mas o assunto é super procurado e gera muitas dúvidas, então estamos aqui para esclarecer 😉

Você, que está tentando engravidar, já deve ter ouvido uma tia (ou amiga, ou vizinha)  falar sobre a suposta relação com as posições que favorecem ou reduzem as possibilidades de fecundação. Ou que após a relação sexual, a mulher deve ficar deitada por 15 minutos com barriga para cima para facilitar a gravidez.

Há inúmeros mitos em torno desse assunto! Mas a pergunta é: Será que é verdade?

Segundo noticia divulgada na BBC Mundo, que consultou especialistas, a resposta foi que não há dados científicos sobre a influência da postura sexual nas probabilidades de engravidar. E nem sobre as maiores chances de gravidez se a mulher permanecer deitada (ou com as pernas para cima) após a relação sexual.

Mas conheço muitos casais que queriam muito engravidar e fizeram de tudo! Para que uma mulher engravide, o espermatozoide precisa percorrer um longo caminho no sistema reprodutor feminino. Então, mesmo sem comprovação….os casais estão tentando facilitar o trajeto dos espermatozoides e, consequentemente, a fecundação.

Mas se você quer engravidar, alguns pontos importantes para engravidar.

A idade da mulher e a qualidade dos espermatozoides são chaves importante na hora da concepção. Segundo estudiosos, existem outros hábitos e fatores que influenciam muito mais a capacidade reprodutiva de um casal, como excesso de peso, uso simultâneo de remédios e uma vida sedentária.

A morfologia e mobilidade também são importantes. Aconselha-se fazer um estudo andrológico para descartar problemas nesse sentido se houver dificuldades para produzir a gravidez.ELEMENTOS PARA FOTOS-01

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É impressionante como a cada dia percebo que as doenças mentais estão mais presentes no nosso dia a dia.  O mais impressionante é que a falta de orientação e o preconceito são – ainda – os principais motivos para um tratamento tardio (ou até mesmo um não tratamento). O número impressiona, de cada 100 pessoas, 20 sofrerão de algum tipo de doença mental, ou seja 20%.  Hoje a depressão é o segundo maior problema de saúde pública no mundo, de acordo com dados da OMS [Organização Mundial da Saúde].

Lógico que a falta de uma rede especializada não nos ajuda. No Brasil, os cuidados com a saúde mental no sistema público sofreram uma reforma que começou há quase 20 anos mas ainda insuficiente.

Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, transtornos mentais são a segunda causa dos atendimentos de urgência – 16% dos pacientes atendidos apresentaram transtornos mentais e do comportamento.

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CONHEÇA AS PRINCIPAIS

Depressão: A Depressão é uma doença caracterizada pela presença de humor depressivo (tristeza) e perda de prazer nas atividades do dia a dia. Nesta doença são frequentes os sintomas de menos valia, diminuição da autoestima e alteração na auto-imagem. O Tratamento é a base de medicamentos e psicoterapias.

Distúrbio de ansiedade generalizado ou Perturbações de Ansiedade: caracterizado pela presença de ansiedade e preocupação excessiva e incontrolável, pela presença de sintomas de pânico ou pelo aparecimento de sintomas e doenças físicas relacionadas com a ansiedade. Tratamento varia do nível, que pode ser a base de ansiolíticos ou psicoterapia.

Uma crise de pânico: é um período de medo ou desconforto intenso. Os sintomas variam de sensação de morte iminente, palpitações, taquicardia, suores, tremores, dificuldade em respirar, sensação de sufoco e desconforto ou dor no peito. Tratamento depende no grau da doença, que vai de terapias até medicação.

Transtorno Bipolar: é uma doença caracterizada pela presença de dois pólos opostos – a Mania e a Depressão. No pólo depressivo o doente encontra-se triste, sem energia, sem vontade e muitas vezes isola-se. No pólo maníaco o doente apresenta o oposto, euforia, agitação, perda da necessidade de dormir, desinibição e tem muitas ideias. O tratamento é a base de antidepressivos e/ou remédios estabilizadores de humor.

Esquizofrenia: é uma doença caracterizada pela presença de sintomas psicóticos e por uma multiplicidade de sintomas que refletem um vasto leque de disfunções cognitivas. Possui diversos graus, o mais brando é caracterizado pela perda de realidade (financeira, por exemplo) até sintomas como alucinações e delírios. Tratamento é a base de medicamentos antipsicóticos e psicoterapia.

Se você conhece alguém com esses sintomas, ajude! 

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Hoje estou sem palavras, então, resolvi compartilhar esse belíssimo texto da Maria Rita Kehl, que é psicanalista, foi integrante da Comissão Nacional da Verdade. É autora de “O Tempo e o Cão – A Atualidade das Depressões” (Boitempo) e de “Processos Primários” (Estação Liberdade).

Texto sobre a maioridade penal.  Vale a leitura. Vale a reflexão. 

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Sou obrigada a concordar com Friedrich Nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. Nem por isso as duas coisas se equivalem. O que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. Essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país.

Escrevo “tradicional” sem ironia. O Brasil foi o último país livre no Ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. Durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo.

Joaquim Nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. Ele tinha razão.

Ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. Assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de Vargas e a militar – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de Estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos.

Hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia “ampla, geral e irrestrita”, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar.

Por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? Porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advém dessa mesma triste “tradição” de violência social.

É muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os “filhos dos outros”.

Quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista?

Sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos “outros”. Estes outros são os mesmos, há 500 anos. Os expulsos da terra e “incluídos” nas favelas. Os submetidos a trabalhos forçados.

São os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. São os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a Comissão da Verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro.

Este é o Brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. Alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas?

As crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. Esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema.

Vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. Inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. Vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada.

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A E-Konomista divulgou uma lista com os 10 melhores países para as mulheres viverem, considerando os aspectos saúde, educação e mercado de trabalho. Confira!

10- Holanda

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Uma preocupação é com a igualdade entre homens e mulheres. As mulheres têm direito a aposentadorias iguais às dos homens. O governo vem investindo cada vez mais em políticas a qualidade de vida da mulher.

9- Nova Zelândia

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No século XIX começaram a ser adotadas medidas visando a igualdade de gênero no mercado de trabalho. No geral, as neozelandesas estudam mais e são reconhecidas por isso, apesar de ganharem um pouco menos.

8- Suíça

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As mulheres ainda ganham menos, mas os salários têm subido mais e mais rápido que os dos homens. Com cada vez maior entrada no mercado de trabalho, as suíças também estão entre as que mais atuam em cargos públicos e políticos.

7- Suécia

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O governo sueco oferece suporte às suecas que queiram ter filhos e manter-se no trabalho com políticas simples como acesso a boas creches e uma licença maternidade de 480 dias a ser dividida entre pai e mãe.

6- Irlanda

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Apenas 2% das mulheres empregadas fazem horas extras. As irlandesas também têm mais expectativa de vida, resultado dos cuidados exemplares com a saúde. Neste país, 100% das gestantes têm acesso ao pré-natal.

5- Canadá

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As mulheres representam 45% da força de trabalho do país e veem-se alvos de políticas que estimulam a paridade salarial.

4- Noruega

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O país possui a maior taxa de participação feminina em ministérios. Elas também são maioria no ensino superior. Consequentemente, estão a caminho de dominar o mercado de trabalho. Entre outras medidas, o governo também teve atenção com as mães trabalhadoras, que têm direito a 52 semanas de licença maternidade.

3- Finlândia

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As mulheres possuem maiores níveis educacionais, são ativas em sua maioria e estão em vias de assumirem o maior número de cargos de chefia.

2- Dinamarca

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O único país do mundo em que as mulheres ganham mais que os homens. A média salarial mensal delas é de R$ 10.302, a deles é de R$ 10.043, aparentemente pouco, mas o que está por trás disso é bem mais significativo.

1- Islândia

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Com uma menor taxa de desemprego, elas têm ainda uma das maiores taxas de natalidade da Europa, mais de 2 filhos, e isso nem de longe compromete a inclusão no mercado de trabalho. Isso é resultado de políticas governamentais e de conscientização, uma vez que o pai também passou a ser igualmente visto como responsável no cuidado primário aos rebentos. Aquele que não gozar dos seus 3 meses de licença parental é visto como irresponsável.

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