Esse ano foi marcado por polêmicas e discussões sobre a crise no Brasil. Mas afinal, que crise é essa?

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E eu concordo com Abílio Diniz, quando diz que estamos vivendo uma crise política e não econômica. Uma crise que afeta a confiança de investidores e empresários.

“Ninguém está investindo, porque está faltando confiança. Não sei o que vai acontecer no curto prazo, mas tenho certeza que a situação vai ser superada. Tenho total confiança”, afirmou o empresário. “O País está muito barato para investidores estrangeiros. Para investidores internacionais, é o momento de se aproveitar disso. Estamos em um momento ruim, mas é um momento.”

Eu entendo que as classes mais baixas, são sempre, mais afetadas. Uma crise politica diminui recursos, que corta verbas, que diminui benefícios e afeta os mais pobres. Que são também os desprivilegiados de informação, infelizmente! Repetir é fácil, o difícil é compreender.

  • O que dizer de uma crise que demitiu centenas de funcionários de montadora de carros e ao mesmo tempo tem carros em lançamento com fila de espera de 5 meses?
  • O que dizer de uma crise que anunciou gastou milhões em propagandas sobre leiloes de imóveis e continuou cheio de lançamentos?
  • O que dizer de uma crise que aumentou o número de viajantes para Resorts (e já está com 80% lotado) de férias pelo Brasil?
  • O que dizer de uma crise que aumentou o número de desempregos mas que nunca teve tantos micro empresários de sucesso?
  • O que dizer de uma crise que mantem bares e cinemas cada dia mais lotados?

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Os chineses podem responder! A China anunciou investimentos de mais de 60 bilhões no mercado brasileiro, afinal de contas, eles são potencia mundial, porque são ruins de negócio. Não é mesmo?

Se não gostar dos olhos puxados, vamos perguntar aos parisienses, afinal de contas, acabaram de investir R$ 3,8 bilhões na empresa Hypermarcas, que só no primeiro trimestre deste ano, registrou lucro líquido de R$ 90,7 milhões.

Como diz uma amiga, a crise alem de politica é também de caráter (da mídia). E infelizmente essa crise é mais difícil de encarar!

E você? O que realmente acha de toda essa crise?

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Dividir ao invés de acumular. Esse é o lema da economia colaborativa. No centro da economia colaborativa estão empresas e pessoas que surgiram com a idéia do desapego. Variações do compartilhamento pessoa-para-pessoa (peer-to-peer). Carros, alimentos, moradia, informação, tecnologia, até mesmo roupas e acessórios, entre outras bens.

Esse conceito tem se provado um movimento revolucionário e que vem dando certo. Não só pela economia de dinheiro (ou pelo dinheiro que você ganha) mas pela oportunidade de viver algo novo, pela experiencia.

A cada dia, descobrimos situações com o conceito de economia colaborativa. Um dos pontos mais favoráveis à disseminação da economia colaborativa é ser um modelo vantajoso tanto para quem oferece quanto para quem contrata um serviço. Os intermediários e os custos de uma estrutura formal de comércio, são eliminados.

Você já pensou nisso? Será que você nunca participou dessa corrente?
Quer começar? É fácil, confira algumas opções:

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Hospedagem – Quem nunca ouviu falar no Airbnb? Nós mesmas já falamos várias vezes aqui. É uma plataforma onde você pode alugar cômodos vagos e imóveis por temporada. A empresa atualmente, tem um valor de mercado superior ao de grandes grupos hoteleiros, como o Hyatt. Só em 2014, os empreendimentos colaborativos movimentaram mais de 110 bilhões de dólares em todo o mundo, segundo a revista Forbes.

Bazares de Trocas e Brechós – Não precisa ir muito longe, cOm certeza no seu bairro tem um brecho. Esses espaços vem ganhando espaço nas grandes cidades. Você consegue boas roupas com preços camaradas! Curitiba, no Paraná é um exemplo que como pode funcionar esse tipo de comercio. Mas se você não tem essa opção, você pode organizar um bazar de troca com suas amigas, familiares e vizinhos! Troque o que você não quer mais por uma peça que sua amiga já enjoou 😉

Carona Compartilhada – Ter um carro hoje não é fácil. Gasolina, Custo de Manutenção, Estacionamento, Etc. Que tal alugar um carro apenas quando precisar? Ou melhor, pegar uma carona com alguem? Atualmente existem vários aplicativos ou grupos de caronas.

Escritório compartilhado – Trabalhar cada dia em um lugar novo, conhecer pessoas novas, trocar informação de marcado. É essa a tendencia no mundo corporativo, os coworkings tambem estão ganhando espaço e se alastrando nas capitais.

Colocar na ponta do lápis o tamanho da economia que pode ser feita com o compartilhamento pode ser um bom incentivo para começar. Então, vamos lá 😉

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Na semana passada falamos sobre os números da educação no Brasil e o que podemos fazer para melhorar. Para quem não viu, clique aqui.

Você já ouviu sobre a faculdade que pretende revolucionar os estudos?

Ao lado da prefeitura de São Francisco, na Califórnia, três dezenas de jovens de várias partes do mundo fazem parte de um pequeno grupo que está testando uma possível revolução nos estudos.

A Universidade Minerva não tem um campus tradicional, composto de salas de aulas, bibliotecas e laboratórios. A única estrutura física é o prédio onde os estudantes moram. As aulas são feitas por videoconferência onde professores e alunos conectam-se a uma plataforma de vídeo parecida com um bate-papo online em que todos interagem pela internet. E a cada ano, muda de pais.

O fundo Benchmark, que investiu em empresas como eBay, Twitter e Uber quando estavam em estágio inicial, também colocou dinheiro na Minerva. Ao todo, a universidade levantou 95 milhões de dólares em três anos. Seus investidores apostam que a plataforma é replicável e lucrativa.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Para os alunos, um dos principais atrativos da Minerva é o baixo custo. Enquanto um ano acadêmico nas universidades Yale ou de Princeton varia de 63 000 a 68 000 dólares, a anuidade da Minerva é de 28 000 dólares — os gastos com moradia e alimentação estão incluídos nesse valor.

Essa turma passará ainda por Berlim, Buenos Aires, Seul, Bangalore, Londres e Istambul.

Mas nem tudo é vantagem. É bem difícil passar, o índice de aprovação de cerca de 1% torna a instituição uma das mais concorridas — nas universidades americanas Harvard e Stanford são aprovados 6% dos inscritos.

Será que vai dar certo?

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Essa semana tem volta as aulas. Depois de 1 mês de muita bagunça, tá na hora de voltar para a escola e enfrentar o segundo semestre.

Então vamos aproveitar para falar sobre educação.

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Semana passada fofam divulgados os resultados das metas de educação no Brasil. Embora o resultado seja positivo, temos MUITO a fazer ainda. O prazo  de cumprimento dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, firmados em 2008, termina em dezembro de 2015, e o Brasil irá cumprir a meta de número 2 no documento.

O país já cobre cerca de 98,2% da educação fundamental. O acesso as escolas é o ponto positivo, mas segundo coordenadora da Unesco, o grande problema das crianças é não conseguir aprender. A gente chama isso de exclusão infraescolar, ou seja, a criança está na escola, mas ela não aprende o básico. Muitas vezes termina a educação primária sem interpretar um texto ou mesmo fazer conta de matemática.

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EDUCAÇÃO NO MUNDO

Infelizmente ainda tem muito a ser feito pelo mundo inteiro. Muitos países não conseguirão atingir nem a meta número 2 (desde aprendizado primário até superior). Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000, 100 milhões de crianças não frequentavam a escola. Em 2015, o número caiu, mas 57 milhões de crianças ao redor do mundo ainda não vão ao colégio.

Dos 167 países. A Unesco avalia que, desses países, 2% estão muito longe de alcançar essa meta (de universalizar o ensino), 21% estão longe, 5% estão perto e 71% conseguiram alcançar o objetivo.

O QUE PODEMOS FAZER

Para os estudiosos no assunto, precisamos priorizar o ensino gratuito, e considerá-lo realmente como um direito de todos. Em seguida, atenta que os países precisam alocar recursos, como construir novas escolas, formar e empregar professores de qualidade e trabalhar na transferência de renda para que os pais não precisem colocar os filhos para trabalhar.

 

Na próxima semana vou mostrar uma história bem bacana sobre as faculdades startup. Um modelo diferente que promete ganhar espaço em alguns anos.

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