O assunto da semana: Economia. A tão sonhada casa própria ficou ainda mais difícil para algumas pessoas. A CEF reduziu o limite de financiamento para os imóveis usados.

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Pelas novas regras, os financiamentos com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) terão uma redução do limite do valor total financiado de 80% para 50% do valor do imóvel no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC).

A mudança vale apenas para imóveis usados financiados com recursos da poupança – ficam de fora da mudança o crédito para a habitação popular, como o programa Minha Casa Minha Vida, e os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). Nestas modalidades, não houve alterações, segundo a Caixa.

A restrição ocorre após a caderneta de a poupança ter registrado uma saída de R$ 11,43 bilhões no último mês, a maior fuga de recursos da aplicação para todos os meses. Quando a captação da poupança é reduzida, os recursos para empréstimos ficam mais escassos.

Com essa medida, algumas mudanças estão previstas para os especialistas:

  • Aumento de crédito habitacional em moradias novas, com isso o banco detém 70% de todos os financiamentos de imóveis no país.
  • Aumento de financiamentos pelos bancos privados.
  • Dificuldade em trocar imóveis.

Por outro lado, dificilmente o valor dos imóveis irá cair mais. Segundo o vice-Presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Eduardo Aroeira Almeida, a margem na queda dos preços já está muito apertada.

Na semana que vem, vou continuar no assunto “Compra de Imóvel”. Para quem não sabe, recentemente comprei um imóvel e gostaria de compartilhar os prós e contras da compra, as informações sobre o mercado e as contas que eu fiz para tomar a decisão 😉 Até semana que vem!

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Com certeza você está acompanhando as discussões sobre o Projeto de Lei que facilita a terceirização e a subcontratação do trabalho. Afinal, foi o assunto mais discutido nos últimos dias nos meios jornalísticos.

Qual sua posição sobre esse assunto? 

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Imagem da Folha SP

A maior preocupação da oposição é que o número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o Projeto de Lei 4.330, que facilitará as empresas a subcontratarem todos (TODOS!) os seus serviços.

PS: Hoje, somente atividades secundárias podem ser terceirizadas, como, por exemplo, a limpeza e manutenção de máquinas.

Eu sou contra a aprovação. Acredito que os salários e o número de empregos cairão, a corrupção aumentará e com isso outros encargos serão necessários para compensar a arredação. Vamos aos fatos!

  • Os salários de trabalhadores terceirizados no Brasil é 24% menor do que o dos empregados formais.
  • Terceirizados trabalham mais horas por semana do que as pessoas contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, é necessário menos vagas de emprego.
  • Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos.
  • Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado.
  • A mão de obra terceirizada é usada para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados.E engana-se quem acha que não existe trabalho escravo no Brasil (vamos sair da bolha e olhar pra fora!). Conversei recentemente com uma funcionário de uma ONG importante e ela me contou cada caso…mas isso fica para um próximo post.

 

E você, o que acha sobre esse assunto?

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Esse assunto é mais comum do que imaginamos. Segundo pesquisa realizada pela ISMA Brasil, 72 % dos entrevistados estão insatisfeitos com sua vida profissional.

O estudo mostra ainda os principais motivos pela infelicidade no trabalho são:

  • 89% por falta de reconhecimento
  • 78% por excesso de tarefas
  • 62% por problemas com relacionamento com chefe e amigos de trabalho.

Diante desses números, diversas pesquisas e testes forma feitos para melhorar a qualidade de vida dos profissionais. Selecionei 2 dicas bem simples que garantem uma melhora na insatisfação no trabalho.

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Dica 1: Treinar o cérebro para serem mais otimistas.

Shawn Achor, psicologo em Harvard comprovou com diversas pesquisas que pessoas mais otimistas são mais bem sucedidas.

Atividades como: meditar, fazer exercícios e fazer coisas boas podem melhorar seu otimismo e consequentemente o bem estar no trabalho.

No estudo, as pessoas que praticaram uma dessas atividades, aumentaram a satisfação em 12,2%.

Dica 2: Faça amigos no trabalho

O ambiente de trabalho é um dos lugares onde passamos maior parte do dia. Ter amigos, tornar um lugar agradável e afetuoso aumentam os níveis de satisfação no trabalho.

Pesquisas feitas pelo linkedin mostram que 45% dos entrevistados dizem ser mais felizes com as amizades na empresa.

Competitividade e Individualismo no trabalho são itens muito prejudiciais para o bem estar do profissional.

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Então, se você está insatisfeito com sua vida profissional, faça o teste! Escolha uma das atividades que Shawn Achor aconselha e faça amigos no trabalho.

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Na era da tecnologia, as diversões ao ar livre estão perdendo o público. Longe de mim, reclamar, sou super adepta a tecnologias, mas alguns passeios deixam saudades e, o circo é um deles.

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Dia 27 de março (amanhã), é dia do circo. Então, resolvi escrever algo para homenagear esse pessoal que viaja muito para divertir as poucas pessoas que ainda frequentam um picadeiro.

Quando eu era pequena, sempre me perguntei, como é a vida das pessoas do circo. Uma vida na estrada, vivendo em um acampamento, deixando amigos, escola e tudo pra trás …constantemente! Será que a vida no circo é só magia?

Li muitas matérias e entrevistas sobre esse assunto. E cheguei a conclusão, que tudo isso pode parecer difícil para nós, seres humanos super acostumados com tecnologia, conforto do lar, não dispostos a mudanças constantes. Viver com dúvidas e incertezas, não parece ser tão divertido para nós…..

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Mas para para quem mora no circo, não é bem assim! Eles nasceram dentro de um circo, são gerações e gerações lidando com as mesmas dificuldades e, superando com muita criatividade. O circo é uma cidade onde moram os amigos e familiares. Viajam constantemente. E ainda, podem a cada cidade, arrumar um bico/um trabalho durante o dia. Assim conhecem novas pessoas, trocam novas experiencias e mudarem a rotina. Pensando assim, não é tão ruim assim, não é mesmo?

O que será que eles pensam de morar em uma unica cidade, ter uma rotina acostumada com transito, poluição, ambição e muita competição?

Ficou com saudades do picadeiro? Então, não percam o post da Marcela, amanhã 😉

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