O assunto não é comum aqui no Lis Amis, mas não podia deixar de compartilhar com vocês mais um tipo de fraude da internet: Atualização de Boletos Online.

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Em julho do ano passado, recebi um boleto e atrasei o pagamento 1 dia. Para facilitar, entrei na internet e fui no banco para atualizar o código de barras (como sempre fiz quando uma conta atrasa), digitei o código de barras e pronto! Ele me deu o código de barras atualizado com valor corrigido. Perfeito!?

Só que não, 6 meses depois, recebi uma carta de cobrança da empresa (que emitiu o boleto), no caso a Unimed (Plano de Saúde), informando que o mês de julho estava em aberto e que iriam cancelar o plano de saúde.

Liguei na Unimed e me solicitaram o comprovante de pagamento. Eu mandei o comprovante por e-mail e liguei na sequência. A atendente me disse na lata: “A Sra caiu em um golpe da internet. Sinto muito, o Plano já está cancelado.” 

Até hoje, depois de 3 meses, a novela não foi encerrada. O processo é lento, doloroso e com tremendos prejuízos.  Então, cuidado!

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Você conhece uma escola construtivista? 

O tema está em alta. Talvez porque estou cheia de amigas com bb recém-nascidos. Então, mas do que natural, assuntos como esses. 😉

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No construtivismo, o saber não é passado do docente ao aluno: o estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do construtivismo é que o aluno adquira autonomia. As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com os alunos e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.

Na linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que o aluno deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.

Apesar de estar muito em alta no Brasil e em muitos países ocidentais, há também muitas controvérsias quanto à aplicabilidade do construtivismo em nossa realidade. Em um mercado cada vez mais competitivo, a exigência é maior, então a pergunta dos estudiosos: O que serão dessas crianças no futuro?

Eu conheci uma pessoa que estudou nessa método e quando precisou encarar o mundão…o cursinho, a universidade, etc…sentiu muita, muita dificuldade em lidar com esses ambientes. Sentiu dificuldade com as provas, com a maneira “industrial” dos professores e até mesmo de relacionamento.

Por outro lado, durante o período que ele esteve na escola, foram momentos muito prazerosos pra ele. Existia uma humanização no ensino, um respeito ao ser humano.

Então, a pergunta: O que você pensa sobre esse assunto? Você é a favor ou contra esse método de ensino?

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Depois das festas de final de ano, corpo e mente revigorados com as mini-férias…chegou a hora de fazer a listinha de promessas para 2015! E um item que coloquei foi me afastar das pessoas invejosas…

A inveja não é nenhum fenômeno moderno e já foi até listada como um dos sete pecados capitais, mas o ato de se alimentar da cobiça dos outros ganhou mais repercussão nos últimos anos, com a popularização das redes sociais. O post é longo, mas o assunto é importante! Previna-se!

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Quando a funkeira Valesca Popozuda lançou o “beijinho no ombro para o recalque passar longe, beijinho no ombro só para as invejosas de plantão”, eu achei demais! Para esclarecer, não sou daquelas que vou até o chão requebrando e que fico até altas horas na balada, mas também não julgo as pessoas que vão para o baile funk se divertir, que gostam das lestras do funk. (Cá pra nós, tem muita gente que reclama do funk, porque nunca se divertiu com ele 😉 ). O funk carioca faz parte da nossa cultura, acho super divertido e vejo o quanto as pessoas se soltam nas pistas de dança.

Outra que ganhou fama com esse tema, foi a Anitta: “prepara, que agora é a hora do show das poderosas, que descem, rebolam (…), expulsam as invejosas”.

Enfim, o tema está em alta. Não que esse sentimento seja novo, desde Freud esse tema já era discutido, mas com a maior competitividade no mercado de trabalho, esse tema ficou importante e discutido entre especialistas. Segundo psicologa Denise Diniz da Universidade Federal de São Paulo, a inveja não está necessariamente relacionada a bens materiais, mas a status, qualidades e relacionamentos.

Segundo Luiz Cuschnir, psiquiatra e coordenador do Grupo de Gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas “Existem os que são superiores em suas habilidades e não há como esconder isso. O errado é tomar essa superioridade como instrumento de humilhação, mostrando excesso de vaidade e falta de consideração com as pessoas”. Essa postura, muitas vezes ilusória, pode se tornar um obstáculo para que o “invejado” consiga reavaliar suas qualidades e contornar as inseguranças, sem depender da cobiça alheia.

“Tem a ver com insegurança, com a necessidade de uma satisfação pessoal que depende da aprovação e da extrema admiração dos outros. É sinal de que a pessoa gosta da sensação de ter alguma coisa que os outros não têm, se sentindo mais poderosa”, explica Denise Diniz.

Não é a toa que as redes sociais fazem sucesso. O desejo de ser invejado tende a se manifestar com maior frequência. O próprio Instagram, aliás, já foi apontado como uma das redes que mais causa depressão entre os usuários, de acordo com uma pesquisa da Universidade de Homboldt, na Alemanha.

“Hoje, com a valorização do relacionamento em equipe além da eficiência profissional, essa postura arrogante ou autoritária é malvista. O arrogante humilha os demais. Quem é humilde se posiciona sem precisar diminuir os outros”, aponta Luiz Cuschnir.

E você, quais são suas metas para esse novo ano?

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Essa semana tem Black Friday, os últimos dois posts (Black Friday Moda & Black Friday Home) deram dicas das lojas que você poderá economizar nas compras. Afinal, dezembro é mês de compras, de gastos, de presentes! Ai, vêm as dividas =/

Comprar é realmente uma delícia! Ter roupas da moda, bolsas de marca, carro do ano, uma casa bem decorada, presentear pessoas queridas! Agora, você já parou para perguntar: “Eu tenho esse dinheiro?”

Já vi muita gente cair na febre das liquidações e depois, cair nas dívidas. É importante fazer um raio-x da sua vida financeira e identificar quais são os principais problemas (se existem problemas, inclusive!).

É muito comum o descontrole financeiro, e isso pode começar por diversos motivos:

O ritmo de trabalho acelerado, por exemplo, é uma causa bastante comum: diante da dificuldade de conciliar compromissos pessoais e profissionais, a pessoa acaba, inconscientemente, sendo displicente com suas contas, que deveriam estar na lista de prioridades.

Alguns fatores extraordinários também podem causar uma verdadeira revolução na vida financeira, tais como problemas de saúde, um divórcio ou a perda do emprego. Até mesmo questões emocionais podem gerar esse descontrole: para suprir alguma carência ou frustração, a pessoa acaba gastando mais do que deve.

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Se você tem algum ou alguns dos itens abaixo frequentemente, atenção! 

– contas pagas em atraso, seja por falta de fundos ou por esquecimento, levando à cobrança de juros e multa;
– uso frequente do cheque especial;
– pagamento da fatura do cartão de crédito sempre no valor mínimo;
– compras parceladas em excesso;
– devolução de cheques;
– cobranças.

Agora, vamos fazer um exercício

1. Coloque no papel, quanto você ganha e todas as suas despesas fixas.

2. Veja o que é possível cortar ou diminuir.

3. Considere um valor fixo minimo para poupar.

Como ficou o resultado?

Se ficou negativo, você precisa diminuir o seu padrão de vida.

Se ficou positivo, maravilha! 😉

Então meninas, poupar é sempre uma boa opção 😉

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