Se você mora ou está afim de fazer um passeio diferente e pode vir até São Paulo, a dica é para você. O feriado (Proclamação da Republica – 15/novembro) cai no final de semana, mas essas dicas vão te animar.

A empresa Turismo na História prepara três passeios para o próximo fim de semana (cada um por R$ 35 por pessoa).

No sábado de manhã, um tour pelo bairro de Higienópolis, destacando os personagens e a arquitetura da tradicional região central da cidade. No final do século XIX a cidade de São Paulo inicia um processo de urbanização inspirado por diretrizes europeias em que toda a infraestrutura básica é projetada. Nasce assim a “cidade higiênica”, Higienópolis!

Roteiro feito a pé, com parada de aproximadamente 20 min, para uso de toalete e opcional compra de água e café, com duração de 3 horas ( 9:00h às 12:00h) e a saída será na frente do Mackenzie, na Rua Maria Antônia.

Na parte da tarde, é a vez de um passeio pelo centro histórico, destacando a figura da Marquesa de Santos. “A história não contada: muito além de amante, um pouco da história de uma das mulheres mais controversas do século 19″, promete a organização do roteiro.

Antes de receber seu título de Marquesa de Santos e morar na cidade do Rio de Janeiro, a marquesa nasceu e viveu na cidade de São Paulo. Quando seu romance com D. Pedro I chegou ao fim, ela voltou a cidade paulistana. A marquesa fez muita coisa pela cidade e seus moradores. Com uma caminhada pelo centro, podemos abordar todos esses pontos e outros inesquecíveis! Roteiro feito a pé, com duração de 3 horas (14h às 17h) e o ponto de encontro será na Praça do Patriarca.

Já no domingo de manhã, dia do 126º aniversário da Proclamação da República, haverá visita ao Cemitério da Consolação – o tema será “A República, seus personagens e novas histórias a respeito do mais antigo cemitério paulista”. Para lembrar o golpe militar que implantou a república no Brasil, a visita pelo cemitério, relembrará os principais revolucionários brasileiros lá enterrados, pessoas que contribuíram de alguma maneira para a nossa história, presidente, primeiras damas e ministros que fizeram a diferença e que lá encontraram seu destino final. Também lembraremos algumas figuras importantes do império que ali descansam.

Das 10:00h às 13:00h, na frente da capela do cemitério.

Mais informações, aqui.

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Esse ano foi marcado por polêmicas e discussões sobre a crise no Brasil. Mas afinal, que crise é essa?

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E eu concordo com Abílio Diniz, quando diz que estamos vivendo uma crise política e não econômica. Uma crise que afeta a confiança de investidores e empresários.

“Ninguém está investindo, porque está faltando confiança. Não sei o que vai acontecer no curto prazo, mas tenho certeza que a situação vai ser superada. Tenho total confiança”, afirmou o empresário. “O País está muito barato para investidores estrangeiros. Para investidores internacionais, é o momento de se aproveitar disso. Estamos em um momento ruim, mas é um momento.”

Eu entendo que as classes mais baixas, são sempre, mais afetadas. Uma crise politica diminui recursos, que corta verbas, que diminui benefícios e afeta os mais pobres. Que são também os desprivilegiados de informação, infelizmente! Repetir é fácil, o difícil é compreender.

  • O que dizer de uma crise que demitiu centenas de funcionários de montadora de carros e ao mesmo tempo tem carros em lançamento com fila de espera de 5 meses?
  • O que dizer de uma crise que anunciou gastou milhões em propagandas sobre leiloes de imóveis e continuou cheio de lançamentos?
  • O que dizer de uma crise que aumentou o número de viajantes para Resorts (e já está com 80% lotado) de férias pelo Brasil?
  • O que dizer de uma crise que aumentou o número de desempregos mas que nunca teve tantos micro empresários de sucesso?
  • O que dizer de uma crise que mantem bares e cinemas cada dia mais lotados?

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Os chineses podem responder! A China anunciou investimentos de mais de 60 bilhões no mercado brasileiro, afinal de contas, eles são potencia mundial, porque são ruins de negócio. Não é mesmo?

Se não gostar dos olhos puxados, vamos perguntar aos parisienses, afinal de contas, acabaram de investir R$ 3,8 bilhões na empresa Hypermarcas, que só no primeiro trimestre deste ano, registrou lucro líquido de R$ 90,7 milhões.

Como diz uma amiga, a crise alem de politica é também de caráter (da mídia). E infelizmente essa crise é mais difícil de encarar!

E você? O que realmente acha de toda essa crise?

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Na semana passada falamos sobre os números da educação no Brasil e o que podemos fazer para melhorar. Para quem não viu, clique aqui.

Você já ouviu sobre a faculdade que pretende revolucionar os estudos?

Ao lado da prefeitura de São Francisco, na Califórnia, três dezenas de jovens de várias partes do mundo fazem parte de um pequeno grupo que está testando uma possível revolução nos estudos.

A Universidade Minerva não tem um campus tradicional, composto de salas de aulas, bibliotecas e laboratórios. A única estrutura física é o prédio onde os estudantes moram. As aulas são feitas por videoconferência onde professores e alunos conectam-se a uma plataforma de vídeo parecida com um bate-papo online em que todos interagem pela internet. E a cada ano, muda de pais.

O fundo Benchmark, que investiu em empresas como eBay, Twitter e Uber quando estavam em estágio inicial, também colocou dinheiro na Minerva. Ao todo, a universidade levantou 95 milhões de dólares em três anos. Seus investidores apostam que a plataforma é replicável e lucrativa.

VANTAGENS E DESVANTAGENS

Para os alunos, um dos principais atrativos da Minerva é o baixo custo. Enquanto um ano acadêmico nas universidades Yale ou de Princeton varia de 63 000 a 68 000 dólares, a anuidade da Minerva é de 28 000 dólares — os gastos com moradia e alimentação estão incluídos nesse valor.

Essa turma passará ainda por Berlim, Buenos Aires, Seul, Bangalore, Londres e Istambul.

Mas nem tudo é vantagem. É bem difícil passar, o índice de aprovação de cerca de 1% torna a instituição uma das mais concorridas — nas universidades americanas Harvard e Stanford são aprovados 6% dos inscritos.

Será que vai dar certo?

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Essa semana tem volta as aulas. Depois de 1 mês de muita bagunça, tá na hora de voltar para a escola e enfrentar o segundo semestre.

Então vamos aproveitar para falar sobre educação.

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Semana passada fofam divulgados os resultados das metas de educação no Brasil. Embora o resultado seja positivo, temos MUITO a fazer ainda. O prazo  de cumprimento dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, firmados em 2008, termina em dezembro de 2015, e o Brasil irá cumprir a meta de número 2 no documento.

O país já cobre cerca de 98,2% da educação fundamental. O acesso as escolas é o ponto positivo, mas segundo coordenadora da Unesco, o grande problema das crianças é não conseguir aprender. A gente chama isso de exclusão infraescolar, ou seja, a criança está na escola, mas ela não aprende o básico. Muitas vezes termina a educação primária sem interpretar um texto ou mesmo fazer conta de matemática.

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EDUCAÇÃO NO MUNDO

Infelizmente ainda tem muito a ser feito pelo mundo inteiro. Muitos países não conseguirão atingir nem a meta número 2 (desde aprendizado primário até superior). Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2000, 100 milhões de crianças não frequentavam a escola. Em 2015, o número caiu, mas 57 milhões de crianças ao redor do mundo ainda não vão ao colégio.

Dos 167 países. A Unesco avalia que, desses países, 2% estão muito longe de alcançar essa meta (de universalizar o ensino), 21% estão longe, 5% estão perto e 71% conseguiram alcançar o objetivo.

O QUE PODEMOS FAZER

Para os estudiosos no assunto, precisamos priorizar o ensino gratuito, e considerá-lo realmente como um direito de todos. Em seguida, atenta que os países precisam alocar recursos, como construir novas escolas, formar e empregar professores de qualidade e trabalhar na transferência de renda para que os pais não precisem colocar os filhos para trabalhar.

 

Na próxima semana vou mostrar uma história bem bacana sobre as faculdades startup. Um modelo diferente que promete ganhar espaço em alguns anos.

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