Para quem curtiu nossos posts sobre Paris e quer planejar uma viagem para lá, hoje falamos (eu, Marcela, com ajuda da Thais) sobre hospedagem em Paris, fugindo de hotéis caros!

HOSTEL

Eu, quando fui para Paris, fiquei apenas 4 noites e resolvi procurar um hostel que combinasse boa localização e bom custo x benefício. Escolhemos o St Christopher’s Inn Gare Du Nord. O St Christopher’s Inn tem uma rede ótima de hostels na Europa! Essa unidade fica pertinho da estação Gare Du Nord Gare que tem metrô, RER e ônibus, ou seja, uma grande vantagem! Porém, as proximidades do hostel não são muito bonitas e é uma região um pouco perigosa, então é preciso ter cuidado!

St Christopher’s Inn Gare du Nord

St Christopher’s Inn Gare du Nord

No hostel, tive uma ótima experiência! O quarto que fiquei era para 8 meninas (4 beliches), era bem espaçoso e as camas confortáveis. Cada cama do beliche tinha acesso a uma lâmpada e a tomadas e, para privacidade, uma cortininha. Para cada cama havia uma espécie de baú grande para guardar a mala e seus pertences (é preciso levar cadeado). No térreo, tem o bar Belushi’s, onde o café da manhã era servido (incluso na diária). Para um hostel achei a variedade boa, pois tinha com cereais, café, leite, iogurte, suco, baguetes, alguns frios, manteiga, geléia e nutella. Fiz a reserva pelo Booking.com e recomendo!

Encontre mais hotéis e hostels:



Booking.com

 

APARTAMENTO

A Thais, quando foi para Paris, ficou muitos dias então procurou um apartamento pelo Airbnb. Para quem não conhece, nesse site você encontra apartamentos para alugar por curtas (ou longas) temporadas. O site conecta hóspedes com pessoas que tem lugares disponíveis para alugar. Como eu, a Thais também priorizou localização e o custo x beneficio. Segue o relato dela:

Escolhi o Le Marais, um bairro tipicamente parisiense. As pessoas vivem no Le Marais, então é muito bom para andar durante o dia e a noite. Tem boas opções de restaurantes, supermercados e bem próximo ao metrô. Sem falar que é o bairro dos novos estilistas, tem várias lojinhas super charmosas!

Apartamento no bairro Le Marais, em Paris

Apartamento no bairro Le Marais, em Paris

 

Eu sempre uso o Booking.com  e a Tha já usou bastante o Airbnb e nós recomendamos! A principal dica para quem não está acostumado a fazer reservas pela internet é: leia as opiniões sobre os lugares! Os dois sites contam com notas para os lugares e opiniões que são dadas por usuários que já se hospedaram no local. Então, basta ficar esperto e não tem erro!

E vocês? Recomendam algum lugar para se hospedar em Paris?  Já usaram os sites que indicamos? Contem pra gente! :)

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A bicicleta é um dos melhores meios de transporte para um turista em Paris! A cidade luz tem o maior sistema de compartilhamento de bikes do mundo, chamado Vélib’. São mais de 20 mil bicicletas, distribuídas em 1800 estações pela cidade, que podem ser usadas 24h por dias, 7 dias por semana. Você pega a bike emprestada em uma estação e pode devolvê-la em qualquer outra.

Para poder usar as bicicletas basta fazer um cadastro e ter um cartão de crédito para o pagamento. Você pode se cadastrar pela internet ou nos terminais de auto atendimento que ficam nas estações – eles possuem instruções em outros idiomas além do francês, como inglês e espanhol.

Marcela Ortega-BikeParis

Se preferir ir direto a uma estação, vá até o terminal e escolha a opção de obter um cartão Vélib. Escolha se quer um cartão válido por 1 ou 7 dias e depois cadastre uma senha. Insira um cartão de crédito com chip e o sistema pedirá pré-autorização de um débito de 150€ em seu cartão que servirá de caução. Depois de confirmado, o terminal imprime um recibo com seu número de cadastro. Quando a compra é feita pela internet, você receberá por e-mail a confirmação de pagamento junto com seu número de cadastro e sua senha.

Depois de feito o cadastro, em uma estação, escolha uma bicicleta – dê uma olhada nas condições dela e verifique se a luz está verde! Dirija-se ao terminal e lá siga as instruções. É bem simples: insira o número do seu cadastro Vélib e sua senha. Depois, digite o número da bike escolhida e retire o ticket que será impresso. Nesse ticket haverá um código que deve ser passado no leitor da bicicleta para destrava-la. Puxe a bike e aproveite! :)

Marcela Ortega-BikeParis-2

Para usar o sistema Vélib por um dia, o valor do ticket é 1.70€ e para usar por 7 dias é cobrado 8€A primeira meia hora de empréstimo é sempre gratuita e você pode devolver a bicicleta e pegar outra, renovando o empréstimo. Se passar de meia hora, será cobrado 1€ pela primeira meia hora adicional, 2€ para a segunda meia hora adicional e, depois disso, 4€ para cada meia hora adicional. Todos os detalhes estão no site.

Na hora de devolução, encaixe a bike em um espaço livre do bicicletário e certifique-se que a trava está ok – a luz verde e dois apitos indicam que ela foi devolvida adequadamente! Se preferir, vá até o terminal e com seu número de cadastro e senha, você pode imprimir o ticket de devolução. É importante verificar a trava e, por segurança, imprimir o ticket porque caso a devolução não seja comprovada, eles podem cobrar os 150€ pré aprovados no seu cartão de crédito.

Para facilitar a vida do usuário, o sistema oferece também aplicativo para Android e iOS, mas dependem de conexão com a internet. Como nem sempre temos acesso quando estamos turistando, vale dar uma olhada no mapa do site quando estiver planejando o passeio para ver a localização das estações!

Nesse site aqui tem o mapa de ciclovias e estações da Vélib e no Google Maps dá pra traçar rotas de bicicletas. Bom passeio! :)

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Oi, gente!
Lembram do post que falei sobre o free walking tour em Londres, realizado pela empresa SANDEMANs NEW Europe ? Então, hoje vou contar para vocês como é o tour que eles fazem em Paris, na França, o Paris Free Tour. De todos os tours do tipo que eu já fiz, esse foi meu preferido! Ah, Paris… cidade linda e recheada de grandes histórias! ♥

O tour começa na Place St Michel e tem início às 11h e às 13h, com duração de 3 horas.  É bem fácil chegar lá de metrô e é só procurar os guarda-chuvas vermelhos. O pessoal é dividido em grupos e cada um segue com um guia, escolhendo entre tours em inglês e espanhol. Nós fizemos o tour com o guia Alberto e recomendo muito o passeio com ele! Além de conseguirmos entender perfeitamente o inglês dele (provavelmente por ele também ser latino), ele foi muito atencioso e o tour foi bem divertido!

Para ajudar a contar como foi o tour, recorri ao Google para montar um mapinha. Vamos lá…

Mapa Paris Free Tour

O início do tour é na Praça St Michel, onde marquei com o bonequinho azul, em frente à Fonte St Michel. De lá, fomos para a (2) Catedral de Notre Dame, uma das mais antigas e belas catedrais francesas em estilo gótico. O guia nos contou como a catedral quase foi destruída durante e após a Revolução Francesa e como a publicação do romance “Notre-Dame de Paris”, de Vitor Hugo, conseguiu conscientizar a população sobre a necessidade de se conservar a catedral. O Corcunda de Notre Dame, lembram? É, então, o foco do romance não era ele. Na verdade, era a própria catedral – lindíssima!

Depois fomos caminhando às margens do Rio Sena (em francês: la Seine) em um passeio muito agradável. Paramos na (3) Ponte Neuf, a mais antiga das pontes que cruzam o rio Sena, a primeira construída em pedra. Subimos novamente para o nível da rua, onde conhecemos a (4) Estátua do Rei Henrique IV, um dos reis mais populares, conhecido por “O Bom Rei Henrique“, que demonstrava preocupação com o bem-estar de seus súditos, além de tolerância religiosa diferenciada para seu tempo.

Depois seguimos até o (5) Instituto de França, uma instituição acadêmica fundada em 1795. Logo em frente há a famosa (6) Pont des Arts, mais conhecida como a ponte dos cadeados. Disse o guia que antes do episódio de Sex and The City em que o Mr. Big se declara para a Carrie lá na ponte, não tinha tantos cadeados assim, não. rs De lá, fomos ao ainda mais famoso e impressionante (7) Museu do Louvre, onde paramos por um tempo para ouvir mais histórias. Atravessamos o (8) Jardim de Tulherias e finalizamos o tour próximo a (9) Praça da Concordia, palco de importantes acontecimentos da história da França, como exemplo, local de instalação da guilhotina na época da Revolução Francesa.

Montei uma galeria de fotos para dar um gostinho sobre o tour…

 

Lembrando que não entramos em nenhum lugar, só passamos andando e há algumas paradas para o guia falar sobre o local.  Durante o passeio também avistamos outras construções e pontos turísticos de longe e o guia ia falando sobre eles, como La Tour Eiffel. Como o nome indica, o tour é gratuito e, no fim, os turistas são convidados a dar gorjetas para o guia. Não é obrigatório e cada um paga quanto acha que o passeio vale. Eu achei esse tour realmente incrível e recomendo bastante! 😀

rodapé

Mini Big World - "Paris photoshooting"

Mini Big World – “Paris photoshooting”

 

 

Já que estamos falando de Paris, aproveito para fazer um jabazinho de um trabalho da minha irmã no Instagram: Mini Big World, um minifigure pelo mundo! ♥

Visitem lá! :)

Beijos

 

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Para quem curtiu o post sobre Dubrovnik, hoje trago mais dicas sobre viajar para lá…

Transporte

Nós chegamos na Croácia no Aeroporto de Dubrovnik, que fica a 20km ao sul da Cidade Velha, principal ponto turístico da cidade. Para a locomoção do aeroporto até a cidade, há algumas opções. A agência “Atlas” oferece viagens de ônibus e cobra 40 kunas (moeda croata – aproximadamente R$17) para um trecho ou 70 kunas para ida e volta. Há também transporte público com os ônibus operados pela companhia “Libertas“, taxis e aluguéis de carro.  Como depende muito do lugar da hospedagem, vale pesquisar direitinho.

Aeroporto de Dubrovnik

Aeroporto de Dubrovnik

Nós optamos pelo aluguel de carro porque de lá iríamos subir pela Croácia até Ljubljana, na Eslovênia (assunto para um outro post!). Utilizamos a empresa Sixt Rent a car, alugamos também um GPS e fomos em direção à cidade. A vantagem de estar de carro é poder fazer viagens bate-volta com mais facilidade já que Dubrovnik está pertinho da fronteira com Montenegro e com a Bosnia Erzegovina.

Hospedagem

Com a cidade velha como referência, as opções de hospedagem variam muito de preço, tipo de hospedagem e localização. Nós optamos por ficar fora da área murada porque estávamos de carro e lá não entra carros. Porém, como nosso principal interesse na viagem era conhecer a cidade velha, resolvemos procurar um lugar perto para podermos nos locomover a pé.

Nina@Anita Apartments

Nina@Anita Apartments

Buscando no Booking.com, encontramos o Nina@Anita Apartments, com localização e preços bons, além de ter cozinha e lugar para deixar o carro – perfeito! Lá é uma casa simples, mas aconchegante. Na parte que ficamos tinha 3 ou 4 quartos. Nós ficamos em um dos quartos e dividíamos banheiro, cozinha e outras áreas comuns com outros hóspedes. A senhora que nos atendeu era muito simpática e apesar de falar pouca coisa em inglês, conseguimos nos comunicar sem problemas. Eu gostei bastante da lá e achei a estadia bem confortável (depois de 10 dias passando por hosteis, então!). Recomendo!

Alimentação

Como disse no outro post sobre Dubrovnik, a cidade velha passou por uma “restaurantização”  e o que não faltam são opções de restaurantes lá dentro! No primeiro dia, optamos pelo restaurante Dubravka 1836, que fica próximo à porta de entrada da cidade e tem uma vista incrível! A comida era boa e o preço ok. Por ser uma cidade litorânea, os fãs de peixes de frutos do mar vão se deliciar (não é o meu caso!)… principalmente perto do porto, há muitas opções de restaurantes do ramo.

 Dubravka 1836

Dubravka 1836

Como estávamos no meio de nossa viagem pela Europa, aproveitamos para usar a cozinha do apartamento e economizar em algumas refeições! Encontramos alguns mercadinhos próximos a cidade velha e outros no caminho pra “casa”. Os atendentes falavam muito pouco de inglês, mas nada que mímica e apontar para a prateleira na resolva! haha  Como estávamos de carro, aproveitamos para fazer compras maiores no mercado Konzum (mapa aqui). Se for que nem a gente que gosta de ir em mercados em cidades diferentes, aproveite! rs

Espero que tenham gostado das dicas e se empolguem em programar uma viagem para lá. Apesar do medinho de ir pra um lugar com idioma e alfabeto diferentes (muito difícil ler placas!), foi uma experiência incrível! Preciso voltar! 😀



Booking.com

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