Faz exatamente 1 ano que eu e a Milena fizemos essa viagem! Mas é sempre bom relembrar (e compartilhar, claro) 😉

Apesar de ser um destino super romântico, é super bacana fazer em família ou amigos. E lá fomos, nós 4 (Eu, Milena e os respectivos).

Para os casais, as pedidas são os programas românticos como jantar a luz de velas, passeio de pedalinho no Lago Negro ou um tour pelos bosques e cascatas da vizinha Canela. Já quem está com as crianças, os parques temáticos – destaque para a Aldeia do Papai Noel e o Mini Mundo -fazem sucesso com a garotada.

E claro, para todas as idades, os passeios pelas fábricas e lojas de chocolate, são imperdíveis!

PRIMEIRO DIA

Pegamos o carro de Porto Alegre com direção a Gramado, pela Rota Romântica. Uma estrada mais bucólica, super bonitinha e com lindas paisagens, vale a pena 😉

rota-gramado-01

Em Gramado, ficamos hospedados em um apartamento (pelo Airbnb), super bacana. Acomodava tranquilamente 4 pessoas, bem localizado. Pagamos R$ 250/diária.

Passeamos pelo centrinho de Gramado, que era bem perto do apartamento. Almoçamos na Galeria Coberta, uma charmosa galeria coberta de vidro e trepadeiras reúne bares, cafés, bistrôs e lojas de roupas. O burburinho rola o dia todo por conta dos chocolates quentes e aumenta à noite, quando a turma chega em busca de caldos e vinhos. Comemos uma massa com carne bem gostosa (R$ 120/casal com vinho).

rua-coberta-01

Ali perto, estão vários pontos para conhecer também, como a Matriz de São Pedro. Uma das construções mais bonitas da cidade, a igreja tem uma fachada de pedra. No interior, o estilo romano divide a atenção com os vitrais artísticos projetados pelo pintor alemão Max Dommeyer.

A tarde, conhecemos o lago negro e andamos de pedalinho 😉 Lugar super bonito, ótimo para perder um tempo com caminhadas. Para fechar, tomamos um chocolate quente no café do lago, delicioso! (R$15).

pedalinhos-01

Jantamos no centro, um clássico rodizio de fondue.

SEGUNDO DIA

Acordamos cedo e fomos ao Templo Budista Chagdud Gonpa Khadro Ling.

Um dos passeios mais bonitos da viagem, vale super a pena! É o maior templo budista da América Latina chama a atenção não somente pela construção em estilo tibetano e as ornamentações vindas do Nepal, mas também pela bela vista panorâmica. Ficamos a manhã inteira e almoçamos no restaurante tibetano próximo ao templo (um pouco mais caro, mas bem exótico!)

templo-01

Depois do almoço, fomos fechar o dia no LE JARDIN PARQUE DE LAVANDA. O primeiro parque de lavanda do país reúne 10 mil pés da planta em um lindo jardim que contorna toda a propriedade. Na lojinha, onde a cor lilás predomina, uma linha exclusiva de cosméticos traz óleos, aromatizadores, sais de banho, sachês, sabonetes, shampoos… e até travesseiros! Todos levam a essência da planta, indicada para tratamentos de insônia e dor de cabeça. A loja também vende mudas de lavanda, produzidas lá mesmo. O parque tem entrada gratuita e só não funciona às segundas-feiras.

TERCEIRO DIA

Dedicamos o dia a Canela, uma cidade que fica a sete quilômetros de distância de Gramado. Não é badalada como Gramado, mas a natureza intocada é linda. São dezenas de parques com enormes araucárias que oferecem atividades para todos os estilos de visitantes. Algumas atrações como a cascata do Caracol, tem uma linda cachoeira e trilhas com estrutura. Já o centrinho é bem pequeno, mas vale a visita.

canela-01

Para quem viaja com as crianças, o programa inclui ainda uma visita ao Mundo a Vapor, com miniaturas que reproduzem os processos industriais; e ao Alpen Park, com tirolesa e pista de trenó em meio às montanhas, com direito a curvas acentuadas e muita adrenalina. Na volta, paramos no Castelinho.

QUARTO DIA

A chuva mudou os nossos planos. A ideia era ir para Aparados da Serra, conhecer os cânios e lindos parques, mas a chuva dificultou. Resolvemos apenas passar o dia lá e voltar. Mas contaremos em um próximo post 😉

aparados-01

QUINTO DIA

Dia de ir embora =( A chuva permaneceu.

Fizemos um passeio pela região de agroturismo de Gramado. As agências fazem passeios pela região, mas como estávamos de carro, fizemos por conta própria.

São três opções de tours circulando por propriedades rurais, mirantes e cascatas. O roteiro mais concorrido é O Quatrilho, que desvenda uma típica propriedade de família alemã. O destaque é o café colonial servido aos visitantes, à base de cucas, geléias, pães e salsichas. Já o programa Raízes Coloniais leva às primeiras casas construídas pelos colonos. Abertas à visitação, oferecem degustação de vinhos, pães, queijos e salames caseiros. Para um maior contato com a natureza, a dica é o Mergulho no Vale, que conduz ao interior do vale do Quilombo, repleto de cascatas e mirantes naturais.

agro-01

PARA CONCLUIR

– Para os cinco dias de viagem, gastamos R$ 2 mil reais/ casal com hospedagem, locomoção e alimentação.

– Vale muito a pena fazer compras de chocolates e casacos de couro.

– Café Colonial é uma refeição tipica da região. Nós comemos em um lugar que eu não recomendaria, então, nem citei acima. Mas no caminho para Canela tem ótimas opções.

– Fondue é o prato que quase todos os restaurantes servem a noite.

Compartilhe:

Oi, gente!
Lembram do post que falei sobre o free walking tour em Londres, realizado pela empresa SANDEMANs NEW Europe ? Então, hoje vou contar para vocês como é o tour que eles fazem em Paris, na França, o Paris Free Tour. De todos os tours do tipo que eu já fiz, esse foi meu preferido! Ah, Paris… cidade linda e recheada de grandes histórias! ♥

O tour começa na Place St Michel e tem início às 11h e às 13h, com duração de 3 horas.  É bem fácil chegar lá de metrô e é só procurar os guarda-chuvas vermelhos. O pessoal é dividido em grupos e cada um segue com um guia, escolhendo entre tours em inglês e espanhol. Nós fizemos o tour com o guia Alberto e recomendo muito o passeio com ele! Além de conseguirmos entender perfeitamente o inglês dele (provavelmente por ele também ser latino), ele foi muito atencioso e o tour foi bem divertido!

Para ajudar a contar como foi o tour, recorri ao Google para montar um mapinha. Vamos lá…

Mapa Paris Free Tour

O início do tour é na Praça St Michel, onde marquei com o bonequinho azul, em frente à Fonte St Michel. De lá, fomos para a (2) Catedral de Notre Dame, uma das mais antigas e belas catedrais francesas em estilo gótico. O guia nos contou como a catedral quase foi destruída durante e após a Revolução Francesa e como a publicação do romance “Notre-Dame de Paris”, de Vitor Hugo, conseguiu conscientizar a população sobre a necessidade de se conservar a catedral. O Corcunda de Notre Dame, lembram? É, então, o foco do romance não era ele. Na verdade, era a própria catedral – lindíssima!

Depois fomos caminhando às margens do Rio Sena (em francês: la Seine) em um passeio muito agradável. Paramos na (3) Ponte Neuf, a mais antiga das pontes que cruzam o rio Sena, a primeira construída em pedra. Subimos novamente para o nível da rua, onde conhecemos a (4) Estátua do Rei Henrique IV, um dos reis mais populares, conhecido por “O Bom Rei Henrique“, que demonstrava preocupação com o bem-estar de seus súditos, além de tolerância religiosa diferenciada para seu tempo.

Depois seguimos até o (5) Instituto de França, uma instituição acadêmica fundada em 1795. Logo em frente há a famosa (6) Pont des Arts, mais conhecida como a ponte dos cadeados. Disse o guia que antes do episódio de Sex and The City em que o Mr. Big se declara para a Carrie lá na ponte, não tinha tantos cadeados assim, não. rs De lá, fomos ao ainda mais famoso e impressionante (7) Museu do Louvre, onde paramos por um tempo para ouvir mais histórias. Atravessamos o (8) Jardim de Tulherias e finalizamos o tour próximo a (9) Praça da Concordia, palco de importantes acontecimentos da história da França, como exemplo, local de instalação da guilhotina na época da Revolução Francesa.

Montei uma galeria de fotos para dar um gostinho sobre o tour…

 

Lembrando que não entramos em nenhum lugar, só passamos andando e há algumas paradas para o guia falar sobre o local.  Durante o passeio também avistamos outras construções e pontos turísticos de longe e o guia ia falando sobre eles, como La Tour Eiffel. Como o nome indica, o tour é gratuito e, no fim, os turistas são convidados a dar gorjetas para o guia. Não é obrigatório e cada um paga quanto acha que o passeio vale. Eu achei esse tour realmente incrível e recomendo bastante! 😀

rodapé

Mini Big World - "Paris photoshooting"

Mini Big World – “Paris photoshooting”

 

 

Já que estamos falando de Paris, aproveito para fazer um jabazinho de um trabalho da minha irmã no Instagram: Mini Big World, um minifigure pelo mundo! ♥

Visitem lá! :)

Beijos

 

Compartilhe:

Para quem curtiu o post sobre Dubrovnik, hoje trago mais dicas sobre viajar para lá…

Transporte

Nós chegamos na Croácia no Aeroporto de Dubrovnik, que fica a 20km ao sul da Cidade Velha, principal ponto turístico da cidade. Para a locomoção do aeroporto até a cidade, há algumas opções. A agência “Atlas” oferece viagens de ônibus e cobra 40 kunas (moeda croata – aproximadamente R$17) para um trecho ou 70 kunas para ida e volta. Há também transporte público com os ônibus operados pela companhia “Libertas“, taxis e aluguéis de carro.  Como depende muito do lugar da hospedagem, vale pesquisar direitinho.

Aeroporto de Dubrovnik

Aeroporto de Dubrovnik

Nós optamos pelo aluguel de carro porque de lá iríamos subir pela Croácia até Ljubljana, na Eslovênia (assunto para um outro post!). Utilizamos a empresa Sixt Rent a car, alugamos também um GPS e fomos em direção à cidade. A vantagem de estar de carro é poder fazer viagens bate-volta com mais facilidade já que Dubrovnik está pertinho da fronteira com Montenegro e com a Bosnia Erzegovina.

Hospedagem

Com a cidade velha como referência, as opções de hospedagem variam muito de preço, tipo de hospedagem e localização. Nós optamos por ficar fora da área murada porque estávamos de carro e lá não entra carros. Porém, como nosso principal interesse na viagem era conhecer a cidade velha, resolvemos procurar um lugar perto para podermos nos locomover a pé.

Nina@Anita Apartments

Nina@Anita Apartments

Buscando no Booking.com, encontramos o Nina@Anita Apartments, com localização e preços bons, além de ter cozinha e lugar para deixar o carro – perfeito! Lá é uma casa simples, mas aconchegante. Na parte que ficamos tinha 3 ou 4 quartos. Nós ficamos em um dos quartos e dividíamos banheiro, cozinha e outras áreas comuns com outros hóspedes. A senhora que nos atendeu era muito simpática e apesar de falar pouca coisa em inglês, conseguimos nos comunicar sem problemas. Eu gostei bastante da lá e achei a estadia bem confortável (depois de 10 dias passando por hosteis, então!). Recomendo!

Alimentação

Como disse no outro post sobre Dubrovnik, a cidade velha passou por uma “restaurantização”  e o que não faltam são opções de restaurantes lá dentro! No primeiro dia, optamos pelo restaurante Dubravka 1836, que fica próximo à porta de entrada da cidade e tem uma vista incrível! A comida era boa e o preço ok. Por ser uma cidade litorânea, os fãs de peixes de frutos do mar vão se deliciar (não é o meu caso!)… principalmente perto do porto, há muitas opções de restaurantes do ramo.

 Dubravka 1836

Dubravka 1836

Como estávamos no meio de nossa viagem pela Europa, aproveitamos para usar a cozinha do apartamento e economizar em algumas refeições! Encontramos alguns mercadinhos próximos a cidade velha e outros no caminho pra “casa”. Os atendentes falavam muito pouco de inglês, mas nada que mímica e apontar para a prateleira na resolva! haha  Como estávamos de carro, aproveitamos para fazer compras maiores no mercado Konzum (mapa aqui). Se for que nem a gente que gosta de ir em mercados em cidades diferentes, aproveite! rs

Espero que tenham gostado das dicas e se empolguem em programar uma viagem para lá. Apesar do medinho de ir pra um lugar com idioma e alfabeto diferentes (muito difícil ler placas!), foi uma experiência incrível! Preciso voltar! 😀



Booking.com

Compartilhe:

Oi, gente!
Hoje vou contar para vocês um pouquinho sobre um dos lugares que mais gostei das minhas férias na Europa. :)  Quando estávamos programando a viagem, eu, que nunca tinha ido pra lá, escolhi ir para Londres, Paris e Barcelona. Minha irmã, que já conhecia os “clichês europeus”, tinha Dubrovnik em sua listinha de lugares para conhecer. Assim, sem saber muito o que esperar, desembarquei na Croácia, no Zračna luka Dubrovnik (Aeroporto de Dubrovnik, em croata).

Dubrovnik é uma cidade litorânea que fica no extremo sul da Croácia, lá na pontinha, banhada pelo mar Adriático. Como vocês vão ver nas fotos, o lugar tem uma beleza natural estonteante!

Dubrovnik - Croácia

A maior atração da cidade é conhecida por Stari Grad (traduzindo: cidade velha), que é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Para entrar na cidade, há uma porta, com uma ponte levadiça e ao passar por ela, dá pra se sentir em outra época, em outro mundo!

A cidade velha fica coladinha na costa e ela é toda murada – as muralhas de Dubrovnik, outro grande destaque da cidade, são construções militares, feitas de pedra, que cercam a cidade e estão super bem conservadas! Nas duas fotos abaixo acho que dá pra entender melhor como elas são…

Fiz um tour por Stari Grad e o guia nos contou detalhes sobre os pontos importantes de lá, como o palácio, as igrejas e a arquitetura militar. Apesar de não ter gostado tanto do meu guia, achei o tour fundamental para conhecer e entender melhor a cidade. Hoje ainda há moradores na cidade velha, mas o guia nos contou que com o turismo veio a “restaurantização”, que ocupa muitos imóveis… De fato, há muitos restaurantes e lojas por lá.

A visitação às muralhas da cidade não estava inclusa no tour e fizemos por conta própria, em outro período. Há alguns tours guiados que levam às muralhas, mas achamos que ficaríamos mais a vontade sozinhas!  O acesso às muralhas é cobrado e o ingresso pode ser comprado lá mesmo. Essa passeio eu considero muito obrigatório! As vistas são incríveis… A maioria das fotos deste post foram feitas a partir das muralhas.

 

Infelizmente não tivemos muito tempo em Dubrovnik e ficaram muuuitos passeios por fazer. Na cidade velha tem um teleférico que leva para o Forte Imperial, construído no início do século XIX, que fica no alto de uma montanha. A vista de lá de cima deve ser de tirar o fôlego – nós tivemos um gostinho passeando de carro pela região. Lá na cidade também tem um pequeno porto de onde saem barcos de passeio e nós vimos também passeio de caiaque – esse eu queria muito ter ido! Também li sobre as praias e ilhas próximas que são lindas! Enfim, programe bem sua viagem para lá. Eu fui embora com a certeza de que preciso voltar!!!

Ps.: Esse post foi feito especialmente para você, fã de Game of Thrones que está super ansioso para o início da nova temporada no próximo domingo, dia 12! Se você está aí vendo as fotos e achando o lugar familiar, você está certo! Algumas cenas da série são gravadas lá… 😀

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Compartilhe: